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MODELO DE GESTÃO ESTRATÉGICA SYMNETICS.

Em uma sociedade cada vez mais informada, o cidadão está mais consciente, colaborativo, integrado e totalmente conectado com os acontecimentos ao seu redor. Espera e exige do Setor Público uma administração clara, competente, ágil e focada em resultados. Mas, implementar um modelo de gestão pública baseado em indicadores e metas definidas é um desafio enorme sob o ponto de vista de muitos governantes. Ou melhor, era. A Symnetics, com sua experiência de mais de 20 anos em consultoria e 600 organizações já atendidas, desenvolve e aplica metodologias conceituadas para implementação das ferramentas de Gestão de Estratégia no Setor Público.


PERFEITO PARA QUEM PENSA NO FUTURO.

Trabalhar na Gestão Estratégica no Setor Público é pensar um país desenvolvido com problemas básicos de infraestrutura resolvidos, qualificação profissional e projetos sem perda de recursos e tempo, capazes de ganhar a confiança pública. A Symnetics produziu um Modelo de Gestão para organizações públicas que permite a integração das ferramentas de Gestão da Estratégia (longo prazo) e de Gestão de Rotina (dia a dia). Foi desenvolvido tomando como base os conceitos explorados no livro Execução Premium, de Robert Kaplan e David Norton, e adaptado para as características das organizações públicas brasileiras. Confira cada uma das partes, etapas e pilares, que compõem este Modelo de Referência.



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Jeito Sym de Formular Estratégia:

> Modelo de Referência para Gestão da Estratégia no Setor Público



As 4 grandes etapas descrevem o processo a ser estabelecido de uma forma mais abrangente

  • 1ª etapa - Planejamento estratégico
  • Tem como objetivo estabelecer uma visão de longo prazo, traçan­do resultados claros e tangíveis que deverão ser alcançados pela organiza­ção. Define direcionadores que permitem o desenvol­vimento das ações, com bastante foco e orien­tação. Esta etapa tem a responsabilidade de gerar o “norte” para todas as outras atividades.



  • 2ª etapa - Alinhamento organizacional
  • Deve fazer com que a organização funcione como uma verdadeira equipe, uma “orquestra”, na busca pela geração dos resultados traçados na etapa anterior. Determi¬na as responsabilidades de cada parte envolvida, maximizando as sinergias e complementaridades de suas respectivas ações a fim de eliminar eventuais zonas de sobreposição e/ou zonas não cobertas.



  • 3ª etapa - Planejamento operacional
  • Cria as condições para que as ações possam, efe¬tivamente, ser executadas pela organização. Planeja como os diversos recursos (humanos, financeiros e tecnológicos) serão aloca¬dos/direcionados para per¬mitir que todas as partes consigam desempenhar as responsabilidades a elas estabelecidas. Esta etapa se aproxima do que chamamos anteriormente de Gestão da Rotina.



  • 4ª etapa - Acompanhamento e gestão
  • Estabelece um robusto processo de acompa¬nhamento e gestão dos planos traçados. Promove maior agilidade e trans¬parência na tomada das decisões, pautadas por dados, informações, análi¬ses técnicas e consistentes e por uma perspectiva de análises e projeções preventivas (ao invés de reativas).

    > Pilares da Estratégia no Setor Público



    Os 3 pilares mostram as condições mínimas que devem ser estabelecidas para per­mitir a execução das 4 etapas com sucesso.

  • Pilar Liderança e engajamento
  • Destaca a necessidade de um forte envolvimento dos diversos líderes da organização (sejam eles formais ou informais), e que os mesmos assumam o papel de grandes ges­tores desta mudança. Neste pilar deverão ser trabalhados todos os aspectos de sensibilização/mobiliza­ção, através de diversas ferramen­tas, dentre elas, a comunicação, a capacitação e uma política de incentivos e reconhecimento.


  • Pilar Método
  • Revela a importância de não se tentar, a cada nova experiência, “reinventar a roda” com o desen­volvimento de soluções a partir do “zero”, mas sim de se buscar técni­cas, ferramentas e metodologias já consagradas. Este pilar irá permitir acelerar o processo de aprendiza­gem e estabilização dentro da or­ganização, minimizando eventuais barreiras que possam surgir.


  • Pilar Conhecimento
  • Defende que nenhuma metodolo¬gia deveria ser implementada sem que a mesma fosse fortemente adaptada e ajustada à realidade e objetivos de cada organização. Mas, devem ser sempre resguarda¬dos os conceitos fundamentais que deram origem a ela. Além disso, é fundamental que os responsáveis pela condução do processo pos¬suam um grande entendimento sobre o assunto.

    > Governança Pública Colaborativa



    Cabe ao novo governo coordenar todo este processo, definindo claramente as responsabilidades, deveres e papéis de cada um.

    O Brasil possui um regime de Democracia Representativa em que a sociedade elege os seus “representantes” para que estes possam auxiliar no direcionamento e condução das questões nacionais. Contudo, este modelo tem demonstrado um nível de desgaste pelo descrédito da população. Neste contexto, surgem algumas iniciativas que defendem que a sociedade participe de forma direta e efetiva das políticas públicas, da definição da visão de futuro, dos projetos estratégicos e até de sua implementação. Assim, é necessário desenvolver alternativas para que estas forças possam convergir num movimento positivo para a solução dos mais diversos problemas. Confira a seguir o conceito de Governança Pública Colaborativa desenvolvido pela Symnetics.

    A Symnetics auxilia o governo a coordenar as instituições que o cercam, sejam elas organizadas ou não, a fim de conseguir aproveitá-las de forma sinérgica e harmônica. Faça a diferença. Entre em contato com a Symnetics.

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